O projeto Mario Lago mostra sua obra e sua história em uma série de exposições, amostragens e shows, que acontecerão até o mês de novembro de 2012.
E por aqui o Projeto Brasil Memória terá várias apresentaçoes em homenagem ao ídolo, a partír de outubro. Aguardem!
segunda-feira, 25 de julho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Brasil Memória apresenta canções de Nelson Cavaquinho em Canoas
No fim da tarde de ontem (16/06), o Projeto Brasil Memória apresentou uma série de canções de Nelson Cavaquinho, preparadas especialmente para o público de Canoas. Os visitantes da Feira do Livro puderam comemorar junto com o grupo a homenagem ao centenário do influente músico carioca.
A platéia reviveu a pitorescas histórias do compositor e de suas canções e parcerias. Nelson que teve uma vida simples no Rio de Janeiro em meados da década de 60. Além disso, o público pode conhecer e vibrar com o samba de raíz de qualidade, pouco vivido nos dias de hoje, mas que é prioridade neste projeto.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Sarau de Nelson Cavaquinho em Canoas
A 28ª Edição da Feira do Livro de Canoas, que acontece de 04 a 19 de junho no calçadão do centro da cidade, está trazendo o Sarau que homenageia o centenário de Nelson Cavaquinho. A apresentação acontece no dia 16 de junho no Espaço Café Literário às 18:00hs, com o Projeto Brasil Memória.
O projeto formado por músicos de Porto Alegre está divulgando a serie em homenagem ao ídolo do samba de raíz, que entrou para a história com sua simplicidade e poesia. Nelson Cavaquinho estaria completando 100 anos se estivesse vivo.O grupo vai apresentar um repertório com as mais conhecidas canções de Nelson e capítulos de sua história de vida.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Perfil
“ O professor”
Luis Palmeira, começou sua carreira musical aos 11 anos de idade, com um violão 6 cordas, seu pai tentou desencorajar, mas a teimosia o incentivou. Aos 18, o bandolim já soava em suas mãos e em seguida o violão 7 cordas. Seu pai desistiu de desencorajar. O autodidata se especializou somente na década de 90, com estudos de Solfejo e Harmonização.
No seu currículo constam contribuições para o samba porto alegrense e carioca. Atualmente integra o grupo de samba de Porto Alegre Batukada Brasileira, além de participação no Clube do Choro e convidado do grupo Acordes e Cordas.
O músico divide seu tempo entre shows e aulas para aprendizes na escola do Sindicato dos Músicos do Rio Grande do Sul desde 2003.
Luis Palmeira, começou sua carreira musical aos 11 anos de idade, com um violão 6 cordas, seu pai tentou desencorajar, mas a teimosia o incentivou. Aos 18, o bandolim já soava em suas mãos e em seguida o violão 7 cordas. Seu pai desistiu de desencorajar. O autodidata se especializou somente na década de 90, com estudos de Solfejo e Harmonização.
No seu currículo constam contribuições para o samba porto alegrense e carioca. Atualmente integra o grupo de samba de Porto Alegre Batukada Brasileira, além de participação no Clube do Choro e convidado do grupo Acordes e Cordas.
O músico divide seu tempo entre shows e aulas para aprendizes na escola do Sindicato dos Músicos do Rio Grande do Sul desde 2003.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Campos
Roberto Campos, autor do Projeto Brasil Memória é jornalista e compositor de destaque em festivais. Com a composição “Você é diferente”, obteve colocação no Festival de Músicas do Trabalhador, em 1970; com “Sem você”, na Semana Lupicínio Rodrigues em 1980 e 1º lugar no Festival de Músicas Carnavalescas promovido pelo Clube dos Compositores do Rio Grande do Sul, em 1982 com a marcha-racho “Drama de Palhaço”.
Nascido em 27 de novembro de 1951, Campos se aproximou do samba de raiz ao assistir Orlando Silva no programa de Bibi Ferreira em 1964. Então, no ano de 1975 se associou ao Clube dos Compositores de Porto Alegre. A partir de então, vive para a música, a literatura e a poesia, possuindo um arquivo pessoal de centenas de álbuns, em CD e vinil da musica brasileira.
Roberto Campos, autor do Projeto Brasil Memória é jornalista e compositor de destaque em festivais. Com a composição “Você é diferente”, obteve colocação no Festival de Músicas do Trabalhador, em 1970; com “Sem você”, na Semana Lupicínio Rodrigues em 1980 e 1º lugar no Festival de Músicas Carnavalescas promovido pelo Clube dos Compositores do Rio Grande do Sul, em 1982 com a marcha-racho “Drama de Palhaço”.
Nascido em 27 de novembro de 1951, Campos se aproximou do samba de raiz ao assistir Orlando Silva no programa de Bibi Ferreira em 1964. Então, no ano de 1975 se associou ao Clube dos Compositores de Porto Alegre. A partir de então, vive para a música, a literatura e a poesia, possuindo um arquivo pessoal de centenas de álbuns, em CD e vinil da musica brasileira.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Projeto Brasil Memória ensaia camposições de Assis Valente
Na tarde do último sábado, 02 de abril, o grupo musical Brasil Memória fez seu primeiro ensaio, com o repertório de Assis Valente, Mário Lago e o saudoso Nelson Cavaquinho. O grupo que já tem uma série de shows para Porto Alegre está animado.
Confira!
Projeto Brasil Memória canta Boneca de Pano de Assis Valente.
Grupo canta A flor e o espinho de Nelson Cavaquinho.
Confira!
Projeto Brasil Memória canta Boneca de Pano de Assis Valente.
Grupo canta A flor e o espinho de Nelson Cavaquinho.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Assis Valente: 100 anos de um bamba
No último 19 de março, um bamba da nossa música popular estaria completando 100 anos.
Na sua vida aconteceu de tudo: até os dez anos foi roubado dos pais por uma
família para trabalhar duro, depois foi ser lavador de frascos de uma farmácia,
e por fim acabou fugindo com integrantes de um circo itinerante para ser orador
e comediante. Seu local de nascimento, assim como a sua verdadeira idade, ainda são um mistério. Misteriosos também são os motivos que o levaram a tentar suicidar-se três vezes, depois de chegar ao Rio de Janeiro em 1927. Dívidas? Frustrações? O fato é que a idéia da morte foi tanta que numa manhã de 1958 seu corpo foi encontrado por algumas crianças na Praia do Russel. Tinha ingerido guaraná com formicida.
Ainda na Bahia, sem tempo para estudar, aprendeu desenho e escultura, mas era como protético, no Rio, que tirava o sustento. E, segundo alguns médicos famosos da época, era um excelente profissional e muito requisitado para confeccionar dentaduras.
Foi na música popular, no entanto, que o nosso centenário personagem fez
história e sucesso em todos os gêneros: natalino “Boas festas”, junino “Cai,
cai balão”, de costumes “Good bye”, “Boy”, “Recenseamento”, “E o mundo não se acabou”, temas carnavalescos como “Camisa listrada” e românticos como “Fez bobagem”.
Admirado pelos colegas Noel Rosa e Lamartine Babo e cantado por grandes nomes da época como Carmen Miranda, Francisco Alves, Carlos Galhardo e Anjos do Inferno, seu final de existência foi cheio de mágoas, medos, dívidas e reclamações de que seus intérpretes o tinham abandonado.
Porém, o que realmente ficou foi tudo aquilo que produziu. Atemporal, tornou-se o grande cronista musical da grande cidade que adotou. Sem conhecimentos musicais compunha espontânea e intuitivamente, muitas vezes batucando em algum balcão do seu consultório de próteses, sem a ajuda de qualquer instrumento musical.
Seu samba era um samba rasgado, com síncope própria, diferente até então,
brejeiro e autêntico. Quem escutasse pela primeira vez algum samba seu já sabia quem era o autor: Assis Valente, gênio de raça da nossa música popular.
Antes de morrer, deixou um samba intitulado “Lamento”, que postumamente foi
gravado pelo cantor Jairo Aguiar. Sua letra soa até hoje como um terrível
prenúncio:.
“Felicidade afogada morreu
A esperança foi ao fundo e voltou
Foi ao fundo e voltou
Foi ao fundo e ficou...”
Roberto Campos
Na sua vida aconteceu de tudo: até os dez anos foi roubado dos pais por uma
família para trabalhar duro, depois foi ser lavador de frascos de uma farmácia,
e por fim acabou fugindo com integrantes de um circo itinerante para ser orador
e comediante. Seu local de nascimento, assim como a sua verdadeira idade, ainda são um mistério. Misteriosos também são os motivos que o levaram a tentar suicidar-se três vezes, depois de chegar ao Rio de Janeiro em 1927. Dívidas? Frustrações? O fato é que a idéia da morte foi tanta que numa manhã de 1958 seu corpo foi encontrado por algumas crianças na Praia do Russel. Tinha ingerido guaraná com formicida.
Ainda na Bahia, sem tempo para estudar, aprendeu desenho e escultura, mas era como protético, no Rio, que tirava o sustento. E, segundo alguns médicos famosos da época, era um excelente profissional e muito requisitado para confeccionar dentaduras.
Foi na música popular, no entanto, que o nosso centenário personagem fez
história e sucesso em todos os gêneros: natalino “Boas festas”, junino “Cai,
cai balão”, de costumes “Good bye”, “Boy”, “Recenseamento”, “E o mundo não se acabou”, temas carnavalescos como “Camisa listrada” e românticos como “Fez bobagem”.
Admirado pelos colegas Noel Rosa e Lamartine Babo e cantado por grandes nomes da época como Carmen Miranda, Francisco Alves, Carlos Galhardo e Anjos do Inferno, seu final de existência foi cheio de mágoas, medos, dívidas e reclamações de que seus intérpretes o tinham abandonado.
Porém, o que realmente ficou foi tudo aquilo que produziu. Atemporal, tornou-se o grande cronista musical da grande cidade que adotou. Sem conhecimentos musicais compunha espontânea e intuitivamente, muitas vezes batucando em algum balcão do seu consultório de próteses, sem a ajuda de qualquer instrumento musical.
Seu samba era um samba rasgado, com síncope própria, diferente até então,
brejeiro e autêntico. Quem escutasse pela primeira vez algum samba seu já sabia quem era o autor: Assis Valente, gênio de raça da nossa música popular.
Antes de morrer, deixou um samba intitulado “Lamento”, que postumamente foi
gravado pelo cantor Jairo Aguiar. Sua letra soa até hoje como um terrível
prenúncio:.
“Felicidade afogada morreu
A esperança foi ao fundo e voltou
Foi ao fundo e voltou
Foi ao fundo e ficou...”
Roberto Campos
quinta-feira, 3 de março de 2011
Dia do Choro
É no dia 23 de abril se comemora o Dia Nacional do Choro, trata-se de uma homenagem ao nascimento de Pixinguinha. A data foi criada oficialmente em 4 de setembro de 2000, quando foi sancionada lei originada por iniciativa do bandolinista Hamilton de Holanda e seus alunos da Escola de Choro Raphael Rabello.
No Estado de São Paulo, existe o Dia Estadual do Choro, comemorado no dia 28 de julho. Foi neste dia, no ano de 1915, que nasceu um dos principais expoentes paulistas do choro, o "Garoto", nome artístico de Aníbal Augusto Sardinha.
O Choro entra no terceiro século da sua existência, com uma bagagem de mais de 130 anos, completamente firmado como um dos principais gêneros musicais do Brasil. São milhares de discos gravados e centenas de chorões que marcaram presença. O choro além de ser um gênero musical rico e complexo, é também um fenômeno artístico, histórico e social.
Interessante...
A palavra “Choro” pode derivar da maneira chorosa de se tocar as músicas estrangeiras no final do século XIX e os que a apreciavam passaram a chamá-la de música de fazer chorar. Daí o termo Choro. O próprio conjunto de choro passou a ser denominado como tal, por exemplo, "Choro do Calado".
Mas pode também derivar de "xolo", um tipo de baile que reunia os escravos das fazendas, expressão que, por confusão com a parônima portuguesa, passou a ser conhecida como "xoro" e finalmente, na cidade, a expressão começou a ser grafada com "ch".
Outros defendem que a origem do termo é devido à sensação de melancolia transmitida pelas "baixarias" do violão.
No Estado de São Paulo, existe o Dia Estadual do Choro, comemorado no dia 28 de julho. Foi neste dia, no ano de 1915, que nasceu um dos principais expoentes paulistas do choro, o "Garoto", nome artístico de Aníbal Augusto Sardinha.
O Choro entra no terceiro século da sua existência, com uma bagagem de mais de 130 anos, completamente firmado como um dos principais gêneros musicais do Brasil. São milhares de discos gravados e centenas de chorões que marcaram presença. O choro além de ser um gênero musical rico e complexo, é também um fenômeno artístico, histórico e social.
Interessante...
A palavra “Choro” pode derivar da maneira chorosa de se tocar as músicas estrangeiras no final do século XIX e os que a apreciavam passaram a chamá-la de música de fazer chorar. Daí o termo Choro. O próprio conjunto de choro passou a ser denominado como tal, por exemplo, "Choro do Calado".
Mas pode também derivar de "xolo", um tipo de baile que reunia os escravos das fazendas, expressão que, por confusão com a parônima portuguesa, passou a ser conhecida como "xoro" e finalmente, na cidade, a expressão começou a ser grafada com "ch".
Outros defendem que a origem do termo é devido à sensação de melancolia transmitida pelas "baixarias" do violão.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Pequeno ensaio sobre o samba
O samba é um gênero musical. Deriva de um tipo de dança de raízes africanas, surgido no Brasil foi adotado como, o ritmo nacional por excelência. Considerado uma das principais manifestações culturais populares brasileiras, o samba se transformou em símbolo de identidade do povo brasileiro.
Dentre suas características originais, está uma forma onde a dança é acompanhada por pequenas frases melódicas , fizeram um dos alicerces do samba de roda. Nascido no Recôncavo Baiano e levado, na segunda metade do século XIX, para a cidade do Rio de Janeiro pelos negros que migraram da Bahia e se instalaram na então capital do Império. O samba de roda baiano, que em 2005 se tornou um Patrimônio da Humanidade da Unesco, foi uma das bases para o samba carioca.
Em um grupos de samba de razes seguintes instrumentos: pandeiro de couro, cavaco, cuíca, surdo, violão e violão de sete cordas. O banjo, pandeiro sintético, repique de mão e tan tan foram introduzidos principalmente nas rodas do Cacique de Ramos e por integrantes do grupo Fundo de Quintal, mas estes instrumentos foram introduzidos para apenas somar.
Este rítmo também pode trazer outros instrumentos como: ganzá, reco-reco, tamborim, bandolim, entre outros. O samba divide-se em vários tipos, todos eles advindos "Samba de raiz" como o samba de partido alto (versos de improviso), samba dolente, samba de quadra, samba de terreiro, samba do recôncavo baiano.
Os contornos modernos do sambam viriam somente no final da década de 1920, a partir das inovações de um grupo de compositores dos blocos carnavalescos dos bairros do Estácio de Sá e Osvaldo Cruz, e dos morros da Mangueira, Salgueiro e São Carlos.
Desde então, surgiriam grandes nomes do samba, como Ismael Silva, Cartola, Ari Barroso, Noel Rosa, Ataulfo Alves, Wilson Batista, Geraldo Pereira, Zé Kéti, Ciro Monteiro, Nelson Cavaquinho, Elton Medeiros, Paulinho da Viola, Martinho da Vila, entre muitos outros.
A medida que o samba se consolidava como uma expressão urbana e moderna, ele passou a ser tocado nas rádios, se espalhando pelos morros cariocas e bairros da zona sul do Rio de Janeiro. Inicialmente criminalizado e visto com preconceito, por suas origens negras, o samba conquistaria o público de classe média também.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
"Ai que saudade de Mário"
A importância do compositor Mário Lago não se restringe somente à música popular brasileira, mas também na história da própria cultura brasileira.
Artista por completo, foi ator de teatro, cinema e televisão, escritor, poeta, escritor, ativista político, radialista, teatrólogo e advogado por formação, embora tenha advogado por apenas seis meses.
Autor de grandes sucessos como "Ai que saudade da Amélia", "Atire a primeira pedra", "Fracasso", "Aurora" e "Número um", Mário não escolhia gênero, fazia samba, marcha, samba-canção, fox ou valsa. Todas elas gravadas por grandes vozes como Francisco Alves, Silvio Caldas, Orlando Silva, Dalva de Oliveira, Jorge Goulart, entre outros.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Porto Alegre comemora o centenário de Mário Lago e Nelson Cavaquinho
O projeto Artístico-Cultural Brasil Memória está comemorando o centenário de dois grandes nomes da música popular brasileira, Mário Lago e Nelson Cavaquinho. O sarau de estréia confirmado para o dia 28 de maio de 2011, no Mezanino da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 763) no centro Porto Alegre.
De acordo o pesquisador Roberto Campos, idealizador do projeto, os convites estão chegando, "teremos grandes momentos recordando temas e poesias que marcaram época". Para ele, a vida e a obra de Mário Lago não poderia passar em branco em Porto Alegre, um lugar que sempre prestigiou a cultura e o samba de raiz.
Nelson Cavaquinho compositor que também é homenageado no projeto, terá sua vida e suas composições interpretadas durante as apresentações. Ele foi um artista de grande prestígio na Brasil, compôs centenas de canções para outros sambistas.
De acordo o pesquisador Roberto Campos, idealizador do projeto, os convites estão chegando, "teremos grandes momentos recordando temas e poesias que marcaram época". Para ele, a vida e a obra de Mário Lago não poderia passar em branco em Porto Alegre, um lugar que sempre prestigiou a cultura e o samba de raiz.
Nelson Cavaquinho compositor que também é homenageado no projeto, terá sua vida e suas composições interpretadas durante as apresentações. Ele foi um artista de grande prestígio na Brasil, compôs centenas de canções para outros sambistas.
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